segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Fotos Bastidores de Cruzeiro x São Paulo

Sem vencer há dois jogos, o São Paulo tinha um desafio e tanto para não deixar o Palmeiras deslanchar na ponta, já que o rival já havia vencido no dia anterior. Superar o Cruzeiro significava a manutenção do sonho do tetra-hepta, além, claro, de devolver, ao menos um pouco, a dor da eliminação da Copa Libertadores da América. O São Paulo virou pra cima dos mineiros com Marlos e Borges que saíram do banco de reservas para resolver o jogo.


Na saída para o estádio, Rogério recebe o carinho dos mineiros

Borges na chegada ao Mineirão. Atacante foi novamente decisivo

Marco Aurélio Cunha com o argentino Adrián González no vestiário do Mineirão

Preparador de goleiros Haroldo Lamounier auxilia Rodrigo

Jovem Mazola ficou no banco pela primeira vez. Habilidoso atacante ganha espaço no elenco

Jogadores reunidos antes dos preparativos para o clássico

Fisioterapeuta Alessandro ajuda Washington, que atuou mesmo sentindo dores nas costas

Milton Cruz põe fé no tricolor

Ajustes finais antes de entrar em campo sob os olhares do presidente Juvenal Juvêncio

Rogério ajusta a faixa de capitão

Elenco se fecha para rezar antes do jogo

Saudando a torcida no Minierão

Borges, o herói

Depois da vitória, jogadores e comissão técnica assistem os momentos finais do concorrente Goiás

Técnico são-paulino na companhia dos jovens Oscar e Mazola, além de Junior Cesar, no aeroporto de BH

Adversários sim, inimigos não. Técnico Adilson Baptista conversa com Ricardo Gomes e Carlinhos Neves no aeroporto

Fotos Bastidores de Cruzeiro x São Paulo

Sem vencer há dois jogos, o São Paulo tinha um desafio e tanto para não deixar o Palmeiras deslanchar na ponta, já que o rival já havia vencido no dia anterior. Superar o Cruzeiro significava a manutenção do sonho do tetra-hepta, além, claro, de devolver, ao menos um pouco, a dor da eliminação da Copa Libertadores da América. O São Paulo virou pra cima dos mineiros com Marlos e Borges que saíram do banco de reservas para resolver o jogo.


Na saída para o estádio, Rogério recebe o carinho dos mineiros

Borges na chegada ao Mineirão. Atacante foi novamente decisivo

Marco Aurélio Cunha com o argentino Adrián González no vestiário do Mineirão

Preparador de goleiros Haroldo Lamounier auxilia Rodrigo

Jovem Mazola ficou no banco pela primeira vez. Habilidoso atacante ganha espaço no elenco

Jogadores reunidos antes dos preparativos para o clássico

Fisioterapeuta Alessandro ajuda Washington, que atuou mesmo sentindo dores nas costas

Milton Cruz põe fé no tricolor

Ajustes finais antes de entrar em campo sob os olhares do presidente Juvenal Juvêncio

Rogério ajusta a faixa de capitão

Elenco se fecha para rezar antes do jogo

Saudando a torcida no Minierão

Borges, o herói

Depois da vitória, jogadores e comissão técnica assistem os momentos finais do concorrente Goiás

Técnico são-paulino na companhia dos jovens Oscar e Mazola, além de Junior Cesar, no aeroporto de BH

Adversários sim, inimigos não. Técnico Adilson Baptista conversa com Ricardo Gomes e Carlinhos Neves no aeroporto

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

São Paulo encara "algoz" como forte concorrente

S.P.F.C.

O Cruzeiro foi o responsável por desencadear uma série de problemas no São Paulo no primeiro semestre. Depois de ter sido eliminado na Copa Libertadores com derrotas no Mineirão e no Morumbi, o clube paulista teve Muricy Ramalho demitido e atravessou um período inconstante.

No domingo, o time comandado por Ricardo Gomes reencontrará o algoz, que vive a expectativa de se aproximar do pelotão de frente do Campeonato Brasileiro. E o técnico são-paulino acredita no perigo que a ascensão do time celeste pode representar.

"Eles também têm elenco para disputar até o fim", avisou o treinador, que explicou. "O Cruzeiro chegou à final da Libertadores e priorizou aquela competição. Por isso, pesou para eles terem jogado várias partidas com os reservas no Brasileiro. Mas eles têm qualidade no elenco e um bom time".

Apesar do respeito de Ricardo Gomes, o Cruzeiro ainda está longe da briga por uma vaga no G-4, já que aparece apenas na 13ª posição, com 29 pontos, enquanto o São Paulo, que é o quarto, tem 37.

O time mineiro chegou à decisão da Libertadores, mas perdeu o título para o Estudiantes, da Argentina. O zagueiro Rodrigo acredita que o tropeço também serviu para derrubar o moral dos atletas rivais.

"O Cruzeiro deu uma quedinha, até porque é normal dar um baque depois da final. Mas não mudou nada. Cada partida no Brasileiro é um desafio, e vamos encontrar a mesma dificuldade no fim de semana", alertou.

O duelo do São Paulo contra o time de Adilson Batista será no domingo, às 16h, no Mineirão.

São Paulo encara "algoz" como forte concorrente

S.P.F.C.

O Cruzeiro foi o responsável por desencadear uma série de problemas no São Paulo no primeiro semestre. Depois de ter sido eliminado na Copa Libertadores com derrotas no Mineirão e no Morumbi, o clube paulista teve Muricy Ramalho demitido e atravessou um período inconstante.

No domingo, o time comandado por Ricardo Gomes reencontrará o algoz, que vive a expectativa de se aproximar do pelotão de frente do Campeonato Brasileiro. E o técnico são-paulino acredita no perigo que a ascensão do time celeste pode representar.

"Eles também têm elenco para disputar até o fim", avisou o treinador, que explicou. "O Cruzeiro chegou à final da Libertadores e priorizou aquela competição. Por isso, pesou para eles terem jogado várias partidas com os reservas no Brasileiro. Mas eles têm qualidade no elenco e um bom time".

Apesar do respeito de Ricardo Gomes, o Cruzeiro ainda está longe da briga por uma vaga no G-4, já que aparece apenas na 13ª posição, com 29 pontos, enquanto o São Paulo, que é o quarto, tem 37.

O time mineiro chegou à decisão da Libertadores, mas perdeu o título para o Estudiantes, da Argentina. O zagueiro Rodrigo acredita que o tropeço também serviu para derrubar o moral dos atletas rivais.

"O Cruzeiro deu uma quedinha, até porque é normal dar um baque depois da final. Mas não mudou nada. Cada partida no Brasileiro é um desafio, e vamos encontrar a mesma dificuldade no fim de semana", alertou.

O duelo do São Paulo contra o time de Adilson Batista será no domingo, às 16h, no Mineirão.

Com fim da janela, Gomes pode apostar em garotos da base

S.P.F.C.



A janela de transferências internacionais terminou na segunda-feira, e o São Paulo não efetuou contratações de atletas importantes para o elenco de Ricardo Gomes. O timer apenas aumentou as opções no banco de reservas, com as chegadas de Adrián González e Nelson Saavedra, e o treinador pode aproveitar os próximos meses para apostar mais em jogadores formados nas categorias de base.

"O clube não fez grande investimento, mas não vejo muita diferença. Se tiver de contar com esses jogadores, não vamos abaixar o nível. A diferença é a experiência, mas isso só ganha jogando. Só tenho que escolher o momento certo (de colocá-los)", afirmou.

Ricardo Gomes revelou que pensa até mesmo na possibilidade de escalar alguns jovens contra o Cruzeiro, nas vagas de Hernanes, lesionado, e Jorge Wagner, suspenso. "Se estão aqui no elenco profissional, eles têm qualidade. Há ano em que o clube investe, e outro aposta no que formou. Podemos ter jogadores formados no clube (na próxima partida) por causa das ausências. O Oscar e o Wellington já jogaram e foram bem".

As divisões inferiores treinam no Centro de Formação de Atletas de Cotia, mas diversos garotos já foram promovidos aos profissionais e participam das atividades com o elenco principal, no CT da Barra Funda. São os casos dos goleiros Fabiano e Leonardo, do zagueiro Aislan, do lateral esquerdo Diogo, do volante Wellington, dos meias Oscar e Sérgio Mota, e dos atacantes Henrique e Mazola, além, é claro, dos pratas da casa que já são titulares, como Jean e Hernanes.

O treinador fez elogios recentemente aos garotos Oscar e Wellington, mas também está atento a Diogo, que acaba de ser convocado para defender a seleção brasileira Sub-20 no Mundial da categoria. "É um lateral esquerdo de muito futuro. Já poderia ter entrado, pois está pronto", reconheceu.

Com fim da janela, Gomes pode apostar em garotos da base

S.P.F.C.



A janela de transferências internacionais terminou na segunda-feira, e o São Paulo não efetuou contratações de atletas importantes para o elenco de Ricardo Gomes. O timer apenas aumentou as opções no banco de reservas, com as chegadas de Adrián González e Nelson Saavedra, e o treinador pode aproveitar os próximos meses para apostar mais em jogadores formados nas categorias de base.

"O clube não fez grande investimento, mas não vejo muita diferença. Se tiver de contar com esses jogadores, não vamos abaixar o nível. A diferença é a experiência, mas isso só ganha jogando. Só tenho que escolher o momento certo (de colocá-los)", afirmou.

Ricardo Gomes revelou que pensa até mesmo na possibilidade de escalar alguns jovens contra o Cruzeiro, nas vagas de Hernanes, lesionado, e Jorge Wagner, suspenso. "Se estão aqui no elenco profissional, eles têm qualidade. Há ano em que o clube investe, e outro aposta no que formou. Podemos ter jogadores formados no clube (na próxima partida) por causa das ausências. O Oscar e o Wellington já jogaram e foram bem".

As divisões inferiores treinam no Centro de Formação de Atletas de Cotia, mas diversos garotos já foram promovidos aos profissionais e participam das atividades com o elenco principal, no CT da Barra Funda. São os casos dos goleiros Fabiano e Leonardo, do zagueiro Aislan, do lateral esquerdo Diogo, do volante Wellington, dos meias Oscar e Sérgio Mota, e dos atacantes Henrique e Mazola, além, é claro, dos pratas da casa que já são titulares, como Jean e Hernanes.

O treinador fez elogios recentemente aos garotos Oscar e Wellington, mas também está atento a Diogo, que acaba de ser convocado para defender a seleção brasileira Sub-20 no Mundial da categoria. "É um lateral esquerdo de muito futuro. Já poderia ter entrado, pois está pronto", reconheceu.

Marlos aprimora visão tática para ganhar posição no time

Camisa 16 acredita que precisa aperfeiçoar seu estilo de jogo para encaixar na equipe.



As ausências de Hernanes (machucado) e Jorge Wagner (suspeso) abriram vagas no concorridíssimo meio de campo tricolor. Dentre as muitas opções que tem no elenco, o técnico Ricardo Gomes pode escalar Marlos. Apesar de não ter as mesmas características dos desfalques, o jogador acredita que pode substituir a dupla da melhor forma possível.

"Primeiro tenho que lamentar a perda de dois grandes jogadores que fazem esse trabalho muito importante. Os dois estavam sendo os principais jogadores do time. Sou um jogador que gosto de agredir mais que os dois, mas se o Ricardo falar pra mim que devo fazer o que eles dois fazem, tenho capacidade e vou tentar", afirmou.

Com um início arrasador - fez oito jogos consecutivos como titular -, o camisa 16 não teve oportunidade nos últimos quatro. Entretanto, isso não chateou o jogador, que exalta o entrosamento da equipe. "O time vinha muito bem, não tinha quem tirar pra me colocar. Estou trabalhando forte pra na hora que tiver a chance, eu conseguir agarrá-la", completou.

Além do ótimo desempenho do meio-campo, Marlos tem outra explicação para o fato de ficar na reserva. O jovem acredita que ainda não se encaixou taticamente na equipe de Ricardo Gomes, mas sabe que os são-paulinos terão muito a comemorar quando isso acontecer.

"Cada treinador tem seu estilo tático e técnico de montar sua equipe. Os treinadores que trabalhei antes montavam uma formação que visava as minhas capacidades. Hoje é diferente, e se eu conseguir ajeitar isso, voltar pra equipe e o São Paulo vai colher bons frutos", disse.

Com consciência e humildade para assumir que tem o que melhorar se quiser um lugar na equipe, Marlos está muito focado nessa evolução, pois quer ajudar o Tricolor a chegar longe neste Campeonato Brasileiro.

"Pra voltar ao time eu acho que teria que mudar características. O Jorge Wagner tem capacidade de passe, de cadenciar o jogo, já eu sou um jogador que agride mais e vai pra cima. O São Paulo joga com meias mais centralizados, e meu futebol é de cair mais para os dois lados. Nesses aspectos eu tenho que mudar um pouco sim", analisou.

Apesar de elogiado e aprovado pelos são-paulinos nos jogos que fez pelo time, Marlos ainda está longe de dar uma boa nota às suas atuações. Ambicioso, o atleta quer chegar, pelo menos, ao nível de futebol que conseguiu realizar no Coritiba e que o fez chamar a atenção do São Paulo.

"Nunca estou satisfeito. Sempre tenho algo a mais pra dar. No Coritiba cheguei a um nível que estava muito bem, muito confiante, fazendo jogadas superimportantes, e agora só eu sei o quanto eu posso render e me esforçar. Acredito que se chegar a esse estágio aqui ficarei muito feliz", finalizou.