quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Morumbi entra em clima de decisão quatro horas antes do jogo

Torcedores chegam cedo ao estádio e já começam a fazer festa à espera de São Paulo x Inter

A expectativa é expressa em números: faltando quatro horas, 240 minutos, uma eternidade, o Morumbi já começava a entrar no clima do jogão entre São Paulo e Inter, nesta quinta-feira, valendo vaga na final da Libertadores e presença no Mundial de Clubes da Fifa. Nos arredores do estádio, torcedores já ensaiavam a festa que pretendem fazer na partida das 21h50m.

Torcida do São Paulo, no MorumbiTorcida do São Paulo faz festa nos arredores do Morumbi
São-paulinos ficaram por ali, jogando conversa fora, fazendo suas previsões para a partida, esperando a chegada da grande hora. Eles se vestem de tricolor e carregam bandeiras do clube. Os colorados chegarão mais tarde. Serão pelo menos 1,2 mil, fora os que compraram ingressos para os setores destinados aos são-paulinos.
O primeiro jogo, semana passada, no Beira-Rio, teve vitória do Inter por 1 a 0. O Colorado joga pelo empate e até por derrota por um gol, a partir do 2 a 1. O Tricolor tem duas opções: ou vencer por dois gols de vantagem, ou devolver o placar do primeiro jogo e tentar a sorte nos pênaltis.

 

Morumbi entra em clima de decisão quatro horas antes do jogo

Torcedores chegam cedo ao estádio e já começam a fazer festa à espera de São Paulo x Inter

A expectativa é expressa em números: faltando quatro horas, 240 minutos, uma eternidade, o Morumbi já começava a entrar no clima do jogão entre São Paulo e Inter, nesta quinta-feira, valendo vaga na final da Libertadores e presença no Mundial de Clubes da Fifa. Nos arredores do estádio, torcedores já ensaiavam a festa que pretendem fazer na partida das 21h50m.

Torcida do São Paulo, no MorumbiTorcida do São Paulo faz festa nos arredores do Morumbi
São-paulinos ficaram por ali, jogando conversa fora, fazendo suas previsões para a partida, esperando a chegada da grande hora. Eles se vestem de tricolor e carregam bandeiras do clube. Os colorados chegarão mais tarde. Serão pelo menos 1,2 mil, fora os que compraram ingressos para os setores destinados aos são-paulinos.
O primeiro jogo, semana passada, no Beira-Rio, teve vitória do Inter por 1 a 0. O Colorado joga pelo empate e até por derrota por um gol, a partir do 2 a 1. O Tricolor tem duas opções: ou vencer por dois gols de vantagem, ou devolver o placar do primeiro jogo e tentar a sorte nos pênaltis.

 

Festa para o São Paulo e pedras para o Inter na chegada ao Morumbi

Torcida cerca ônibus são-paulino para incentivar atletas. Ônibus colorado é apedrejado, mas sem danos

A torcida do São Paulo se aglomerou na parte externa do Morumbi para dar boas-vindas aos jogadores tricolores antes do segundo duelo pelas semifinais da Libertadores da América. Com fogos e gritos de apoio, eles deram clima de decisão à delegação comandada por Ricardo Gomes antes do jogão das 21h50m.
- Nunca vi uma manifestação tão grande como essa no trajeto e na chegada do time ao estádio. Foi de emocionar – disse Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, vice-presidente de futebol do Tricolor.
Com o Inter, aconteceu o contrário. Mesmo cercado por policiais, o ônibus colorado recebeu pedradas quando entrou no Morumbi, conforme revelou o motorista do veículo. Não houve danos à lataria ou aos vidros. O São Paulo teve recepção similar quando chegou ao Beira-Rio para a primeira partida das semifinais, na semana passada.
 

 

Festa para o São Paulo e pedras para o Inter na chegada ao Morumbi

Torcida cerca ônibus são-paulino para incentivar atletas. Ônibus colorado é apedrejado, mas sem danos

A torcida do São Paulo se aglomerou na parte externa do Morumbi para dar boas-vindas aos jogadores tricolores antes do segundo duelo pelas semifinais da Libertadores da América. Com fogos e gritos de apoio, eles deram clima de decisão à delegação comandada por Ricardo Gomes antes do jogão das 21h50m.
- Nunca vi uma manifestação tão grande como essa no trajeto e na chegada do time ao estádio. Foi de emocionar – disse Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, vice-presidente de futebol do Tricolor.
Com o Inter, aconteceu o contrário. Mesmo cercado por policiais, o ônibus colorado recebeu pedradas quando entrou no Morumbi, conforme revelou o motorista do veículo. Não houve danos à lataria ou aos vidros. O São Paulo teve recepção similar quando chegou ao Beira-Rio para a primeira partida das semifinais, na semana passada.
 

 

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Gomes pede, e empresário de Cicinho tentará dobrar presidente do Roma

Caso a dirigente mude de ideia, Cicinho ficará no Morumbi até o fim da Taça Libertadores da América, como queriam os dirigentes tricolores
Um pedido feito pelo técnico Ricardo Gomes na tarde desta quinta-feira pode fazer com o que já estava definido sofer uma reviravolta. Na manhã desta sexta-feira, Ricardo Sarti, empresário do lateral-direito Cicinho, que oficialmente está fora do São Paulo, terá uma última conversa com Rosela Sensi, presidente do Roma, para tentar fazer com que o camisa 23 possa disputar o restante da Taça Libertadores da América pelo time do Morumbi. A situação é muito complicada, mas não irreversível.
- Não vamos forçar nada, o Cicinho vai fazer o que a Roma mandar. Mas é claro que ele gostaria de jogar a Libertadores. Faremos uma última tentativa. Se não der, ele voltará para a Itália – ressaltou Sarti, em conversa com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM.
Apesar de não interferir na parte financeira, o técnico Ricardo Gomes conversou com a diretoria tricolor e pediu um último esforço. Ele lembra que seria um desperdício perder o jogador no momento em que ele começa a recuperar a sua forma. O empresário do jogador, na sequência, foi contactado, e ficou definido que uma última investida acontecerá nesta sexta-feira.
- É uma pena (ele sair) porque nós conseguimos recuperá-lo. Ele ficou quatro anos sem ter uma sequência, não terminou tão bem a última parte do Brasileirão, mas conhece bem a posição. Por mim, ele ficava. Além do mais, não existem opções no mercado – ressaltou o treinador que, se ficar sem Cicinho, tem Jean e Adrian Gonzalez como opções para o setor.
No caso do time italiano mudar de ideia, Cicinho terá o vínculo prorrogado pelo clube do Morumbi até 20 de agosto, dois após o término da Taça Libertadores da América. Na quarta-feira, data em que terminou o vínculo registrado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF, o jogador assinou uma extensão contratual. Caso isso não fosse feito, mesmo que a Roma concordasse com a permanência, o lateral só poderia atuar em 3 de agosto, data em que os contratos de atletas do Exterior passarão a ter validade na entidade que controla o futebol brasileiro. E o primeiro jogo contra o Inter, pela semi da Libertadores, está marcado para o dia 28 de julho, no Beira-Rio.

Gomes pede, e empresário de Cicinho tentará dobrar presidente do Roma

Caso a dirigente mude de ideia, Cicinho ficará no Morumbi até o fim da Taça Libertadores da América, como queriam os dirigentes tricolores
Um pedido feito pelo técnico Ricardo Gomes na tarde desta quinta-feira pode fazer com o que já estava definido sofer uma reviravolta. Na manhã desta sexta-feira, Ricardo Sarti, empresário do lateral-direito Cicinho, que oficialmente está fora do São Paulo, terá uma última conversa com Rosela Sensi, presidente do Roma, para tentar fazer com que o camisa 23 possa disputar o restante da Taça Libertadores da América pelo time do Morumbi. A situação é muito complicada, mas não irreversível.
- Não vamos forçar nada, o Cicinho vai fazer o que a Roma mandar. Mas é claro que ele gostaria de jogar a Libertadores. Faremos uma última tentativa. Se não der, ele voltará para a Itália – ressaltou Sarti, em conversa com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM.
Apesar de não interferir na parte financeira, o técnico Ricardo Gomes conversou com a diretoria tricolor e pediu um último esforço. Ele lembra que seria um desperdício perder o jogador no momento em que ele começa a recuperar a sua forma. O empresário do jogador, na sequência, foi contactado, e ficou definido que uma última investida acontecerá nesta sexta-feira.
- É uma pena (ele sair) porque nós conseguimos recuperá-lo. Ele ficou quatro anos sem ter uma sequência, não terminou tão bem a última parte do Brasileirão, mas conhece bem a posição. Por mim, ele ficava. Além do mais, não existem opções no mercado – ressaltou o treinador que, se ficar sem Cicinho, tem Jean e Adrian Gonzalez como opções para o setor.
No caso do time italiano mudar de ideia, Cicinho terá o vínculo prorrogado pelo clube do Morumbi até 20 de agosto, dois após o término da Taça Libertadores da América. Na quarta-feira, data em que terminou o vínculo registrado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF, o jogador assinou uma extensão contratual. Caso isso não fosse feito, mesmo que a Roma concordasse com a permanência, o lateral só poderia atuar em 3 de agosto, data em que os contratos de atletas do Exterior passarão a ter validade na entidade que controla o futebol brasileiro. E o primeiro jogo contra o Inter, pela semi da Libertadores, está marcado para o dia 28 de julho, no Beira-Rio.

Antes do Inter, Tricolor quer embalar no Brasileiro

Equipe são-paulina tem bom retrospecto diante dos próximos times que irá enfrentar pelo Nacional

Antes de enfrentar o Internacional no dia 28 de julho, pela primeira partida da semifinal da Copa Libertadores, o São Paulo terá quatro compromissos no Brasileirão. E o time são-paulino quer aproveitar este período para chegar embalado no jogo do Beira-Rio.

A primeira partida será contra o Avaí, dia 14 de julho, no Morumbi. Contra a equipe catarinense, o Tricolor Paulista ostenta um excelente retrospecto e jamais foi derrotado. Ao todo, são seis jogos - cinco vitórias e um empate. Em 2009, pelo segundo turno do Nacional, triunfo por 2 a 0, com gols de Dagoberto e Hugo, hoje no Grêmio.

Logo na sequência, o adversário será o Vitória, no Barradão. Mesmo atuando na casa do rival, o São Paulo mantém um bom desempenho. O último revés em Salvador aconteceu em 2001. Na ocasião, o time baiano venceu por 2 a 1. O meia Kaká marcou o único gol são-paulino. No total, são 37 jogos, com 21 vitórias do Tricolor, nove empates e sete derrotas.

Quando retornar de Salvador, a equipe do técnico Ricardo Gomes encontrará um "novo" adversário. No dia 21 de julho, no Morumbi, o São Paulo enfrentará o Grêmio Prudente, o extinto Barueri. Contra eles, já são seis vitórias em seis jogos disputados.

E na última partida antes do duelo contra o Internacional, um clássico. O Tricolor enfrentará o Santos, na Vila Belmiro. Mesmo sem vencer o rival este ano, os são-paulinos não perdem para o rival no Brasileirão desde 2006, quando foi derrotado por 4 a 0, na capital paulista.

Diante da equipe da Baixada, o Tricolor já obteve 112 vitórias em 262 jogos no geral. Além disso, as equipes empataram em 62 oportunidades, além de outras 88 vitórias santistas. O elenco são-paulino acredita que estes quatro jogos que vão anteceder a Libertadores serão muito importantes.

"É importante para ter ritmo de jogo. Tem um ganho muito grande para cada jogador. Como eu disse, é importante você ganhar ritmo de jogo antes de uma partida tão importante como será na Libertadores", explicou o atacante Fernandão.

Depois de sete rodadas, o São Paulo é o atual sexto colocado na tabela de classificação com 11 pontos - três vitórias, dois empates e duas derrotas. Em 2006, quando também teve paralisação para o Mundial, o Tricolor se deu bem e venceu os dois jogos (Grêmio e Figueirense) antes de enfrentar o Estudiantes-ARG, pelas quartas de final da Libertadores daquele ano.

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